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quarta-feira, 30 de janeiro de 2008

Na blogosfera

Liberdades positivas e negativas, por João Vasco

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terça-feira, 11 de dezembro de 2007

Na blogosfera




Será que o liberalismo compreende qualquer coisa desde não meta o Estado ao barulho?
política, moral e liberdade, Kontratempos

É preciso jogar com as premissas do adversário, segundo as quais só o Estado é que é uma força coactora da liberdade individual, ignorando as outras relações de poder.

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domingo, 9 de dezembro de 2007

Na blogosfera

As lições de Chang, in ladrões de bicicletas.

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sábado, 1 de dezembro de 2007

esquentamento global



(via insurgente)

Os negacionistas reconhecem que as suas limitações não se ficam pela distorção da ciência.

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quarta-feira, 28 de novembro de 2007

Corrente blogosférica

O Flávio decidiu meter-me novamente em trabalhos. Desta vez tenho que estar a ler um livro com 161 páginas e transcrever a 5ª frase. Decidi que vale a pena deixar um pouco mais do que uma frase:

"A todos quantos importar saber informamos de que Lázaro da Costa jamais se indignificou pelo exercício do ofício de talhador de reses, e de que tão-só praticou, conforme se tornaria de nosso indiscutível conhecimento, no contrato de partidas de gado que vendia aos talhos, o que não será de molde a reputá-lo de mecânico que haja desempenhado actividade inconciliável com o título que lhe cabe, de cavaleiro da Ordem de Santiago, herdado de resto de seu pai, Martinho Machado Pinto, o qual o reconheceu como prémio concedido por El-rei Dom Pedro, nosso Senhor, em recompensa pelos feitos lavrados pelo seu progenitor, Domingos Rodrigues Pinto, aquando das guerras travadas contra os nossos inimigos, e designadamente em paga da valorosa defesa de Vila de Rei, na qual desbaratou os que a acometiam, salvando as populações portuguesas das atrocidades das tropas espanholas."

Camilo Broca de Mário Cláudio

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sábado, 3 de novembro de 2007

Durão Barroso de volta ao youtube (3)

E ao que parece já está no portal da comissão europeia, senão vejam aqui:"Para satisfazer a crescente procura, aqui está um vídeo do Presidente Durão Barroso na sua juventude. O vídeo mostra o estudante de direito de 19 anos na Universidade de Lisboa em 1975, durante o período revolucionário de Portugal, altura em que lutava pelos direitos dos estudantes".
Justiça lhe seja feita. O gesto revela poder de encaixe e enterra as acusações de pressão para a retirada do vídeo.

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quarta-feira, 10 de outubro de 2007

Durão Barroso de volta ao youtube (2)

"Hoje também fomos contactados pelo staff do Gabinete de Barroso que, pelos vistos, quer publicar o vídeo no seu próprio de site - será por ter achado graça, como foi dito ao Jean Quatremer, ou tratar-se-á de uma airosa manobra de desmontagem do movimento de disseminação “por vias travessas” que se gerou? Perguntam-nos qual a origem do vídeo e se não haverá problemas de copyright… Alguém sabe?"

Pelos vistos não fui só eu que recebi a dita mensagem na caixa do youtube.
Parece-me que qualquer tentativa para suster a natural disseminação do vídeo seria frustrada e perigosa. A melhor maneira de lidar com as tolices do passado é aceitá-las e rir delas. Melhor ainda seria publicá-las no Portal da Comissão Europeia, desmontando a ideia de que se pressiona a retirada do vídeo ao mesmo tempo que se dá uma lição de carácter a todos os que acusaram Durão Barroso disso mesmo.

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domingo, 7 de outubro de 2007

Durão Barroso de volta ao youtube

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sexta-feira, 5 de outubro de 2007

Até os factos são anti-semitas

Deixo aos interessados um argumentário que despeje, com o devido asseio, o lixo catequizado pelos lidadores da blogosfera. Aparentam os princípios mais coerentes, aliados aos factos por demais demonstrados, que qualquer apreciação da administração israelita, das suas políticas concretas, assim como a negação dos princípios e propósitos que sustentam a ideologia sionista, cai no famigerado rótulo: o anti-semitismo.

O anti-semitismo e a conotação racial de uma religião

A palavra não é nova, existe desde 1873, é da autoria de Wilhelm Marr e serviu de eufemismo ao termo Judenhass (ódio aos judeus). O termo é infeliz, e até eu já me servi dessa infelicidade. Não percebem as pessoas que o utilizam, que este serve para descrever aquilo que os precursores do nazismo julgavam existir, mas não existe, que é uma etnia que se transmite religiosamente. Nem o judeu pode ser tipificado como o semita de cabelo preto e nariz adunco, nem mesmo os hebreus preenchem todo o campo lexical, o qual abrange também os árabes e outros de língua camito-semítica. O ódio aos judeus não é diferente do ódio cristãos, ou do ódio aos muçulmanos, tão difundido pelos mesmos lidadores e aligeirado amiúde pelos restantes correligionários.
Por uma questão de princípio ninguém deve estar imune à crítica, por maiores que sejam os constrangimentos impostos por quem o quer impedir.

O mito de que todos os judeus se revêem na ideologia sionista e no Estado de Israel

O sionismo e o judaísmo não só são coisas bem distintas, como chegam a ser antagónicas. O sionismo é uma ideologia nacionalista que materializa a religião num pedaço de terra, num exército. Lendo o Talmud (Tractate Kesuboth p.111) não só ficamos a saber que a diáspora judaica é de vontade divina, assim como a violação dessa proibição, até à chegada do Messias, acarretaria inúmeros perigos para os judeus. Tal violação só demonstra a profunda descrença do movimento sionista na religião que dizem querer defender, assim como nos castigos divinos.
A ofensiva ideológica dos sionistas levou muitos judeus a criarem organizações para espraiar algum conhecimento num areal de mentiras e clichés.

jews against zionism

jews not zionists

naturei karta

Defender um Estado para os judeus VS defender um Estado judaico

Defender um Estado para os judeus é diferente de defender um Estado judaico.
Defender um Estado onde os judeus sejam cidadãos como outros quaisquer é defender as liberdades individuais, a laicidade e a democracia. Os Estados Unidos representam aquilo que eu descrevi e foram de facto o abrigo para a grande maioria dos judeus, ainda que contrariados por organizações sionistas como a American Jewish Congress, chefiada pelo rabino Stephen Wise, que em 1938 se decide opor à alteração da lei de imigração que permitiria a fuga dos judeus para a America: "It may interest you to know that some weeks ago the representatives of all the leading Jewish organizations met in conference (...) It was decided that no Jewish organization would, at this time, sponsor a bill which would in any way alter the immigration laws".
Aquilo que Theodor Herzl patrocina no seu Der judenstaat (O Estado judeu) não é a luta por um Estado onde deixem de viver como cidadãos de segunda. Defender um Estado Judaico é a mesma coisa que defender um Estado Católico ou um Estado Islâmico. É rebaixar a humanidade afirmando que não somos suficientemente inteligentes para conviver uns com os outros independentemente das crenças de cada um.

Segregar para precaver - Theodor Herzl ensina aos mais incautos como salvar judeus

"In Paris, as I have said, I achieved a freer attitude toward anti-Semitism, which I now began to understand historically and to pardon. Above all, I recognized the emptiness and futility of trying to “combat” anti-Semitism." June l895, Zionist Diary, Marvin Lowenthal (ed.), The Diaries of Theodor Herzl, p.6.

Na continuação do que atrás referi, deixo esta citação que por si desnuda os alicerçes do sionismo. O Estado judaico não pretende resolver o problema da discriminação religiosa, o qual até entende e aceita numa perspectiva histórica e cultural. O Estado judaico pretende fugir ao problema para não ter que o confrontar, e ironicamente, acaba por fazer aos palestinianos, aquilo de que foi vítima.

"Não se pode racionalmente ser contra a constituição de um estado que já está constituído"

Assim como quem se afirma contra qualquer forma de nacionalismo segregacionista, o meu propósito anti-sionista é a laicização, para acabar com o apartheid religioso imposto pelo Estado à sociedade civil.
O propósito não é, como devem imaginar, correr com os judeus à bomba nuclear. Compreendo o jeito que dá à argumentação dos lidadores a imputação destas intenções aos que não pensam como eles.
Outro cenário que poderá surgir na discussão é a negação da realidade. Ser-vos-á comunicado que Israel não é um Estado confessional, mas de substrato bíblico. Para estes casos aconselha-se a leitura deste excelente texto no Diário Ateísta.

Com que legitimidade se defende lá fora aquilo que não se defende em casa

É preciso não perder o sentido quando saltar este coelho da cartola. É verdade que a Europa está carregada de Estados que nomeiam uma confissão oficial: Inglaterra, Escócia, Noruega, Grécia, Finlândia, Islândia, Malta, Mónaco, Vaticano, Liechtenstein, na maioria dos cantões suíços, Dinamarca e Chipre. Mas os erros dos outros não justificam os nossos. Ainda que a comparação seja completamente desproporcionada, a triste realidade de uma Europa confessional apenas nos diz que há muito trabalho a fazer, não desculpabiliza os outros.

"When people criticize Zionists, they mean Jews. You're talking anti-Semitism" Martin Luther King

Quando já nada mais for expectável surgirá esta citação, dita e não escrita, supostamente em Harvard por Martin Luther King. Em relação a isto, diga-se apenas que ninguém é perfeito, e que não há reverendo nem autoridade divina que escape aos factos que acima expus.

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domingo, 16 de setembro de 2007

Quem é o Dalai Lama? (5)

P & T; BS! - H0LIER TH@N TH0U

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Fica por aqui a série de postas. Impressionou assistir à forma pueril como alguma esquerda se deixou seduzir por meia dúzia de lugares comuns sobre a felicidade e a vida, embrulhados em risos e sorrisos de pateta alegre.

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domingo, 9 de setembro de 2007

Quem é o Dalai Lama?

Contra a despotismo e a tirania chinesa, o feudalismo teocrático budista.


















Na foto, um senhor ri-se de todos os bloggers que acharam que o Estado português tinha o dever de o receber oficialmente.
Para eles, e por divina incumbência, aconselha-se a leitura Friendly Feudalism: The Tibet Myth por Michael Parenti.

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sábado, 8 de setembro de 2007

Jornalismo dos cidadãos


















"É o caso da utopia do "jornalismo dos cidadãos", dentro da crise mais geral da comunicação social de referência, cuja leitura é substituída por uma "cultura de blogues", dispersa, opinativa, pouco rigorosa, extremista e de "causas", mas que cada vez mais funciona como fonte noticiosa e como pedagogia do debate público.

(...)

Não sei até que ponto se encontrará um qualquer equilíbrio que trave o lixo demagógico que hoje enche tudo impante da sua voz tecnológica e salve a "nossa cultura", mas não posso, em nome dessa mesma "cultura", deixar de valorizar o acesso de milhões à porta de um mundo que habita o "espírito", mesmo que assustado com tanta confusão."
José Pacheco Pereira

Estas linhas foram retiradas do Público de hoje. São interessantes porque a partir delas ficamos a saber que, para JPP: a única virtude destes espaços reside no seu livre acesso; a blogosfera é dispersa, opinativa, pouco rigorosa, extremista e de "causas", ao invés da comunicação social de referência.
Presumo que os erros da comunicação social de referência sejam a excepção que confirma a regra, assim como a assertividade na blogosfera.
Neste artigo de opinião, fica a ideia de que JPP quer guardar para as elites todo o espaço opinativo. Talvez se tenha esquecido que a principal virtude destes espaços é a livre discussão. E numa discussão a verdade impõe-se, ao contrário dos monólogos da comunicação social, onde a verdade é imposta.

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sexta-feira, 7 de setembro de 2007

Na festa do avante (9)

Por sugestão do Flávio, faço mais um post para fechar uma tese que me parece conclusiva e evidente. Um pequeno vídeo de uma manifestação conjunta entre o Partido Comunista da Federação Russa e o Partido Nacional-Bolchevique.

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Na festa do avante (8)

Acaba aqui a série de postas sobre os sórdidos convites endereçados pelo PCP para a festa do avante. O assunto ficou bem sintetizado aqui. Espero que envolvam o Partido Comunista Chinês e o Partido dos trabalhadores da Coreia do Norte na discussão sobre os preocupantes sinais de cariz fascizante na política de Sócrates.
A restante multidão que se divirta. A festa acaba por não servir para mais do que isso.

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quinta-feira, 6 de setembro de 2007

Na festa do avante (7)

















Por entre chauvinismo, o anti-semitismo e o conservadorismo que pulula no Partido Comunista da Federação Russa, há (porque há sempre) alguém que leva o bolo. O General Albert Makashov (já por duas vezes referido), é o felizardo.
Apanhei aqui a tradução de um artigo desse "senhor", escrito para o Nº 42 da Zavtra, a 20 de Outubro de 1998. Para melhor construírem uma ideia do que é a Zavtra, basta saberem que esta publicação também recebe escritos de Alexander Barkashov, líder da extrema-direita.
Aqui fica um excerto com as melhores cenas:

Usurers of Russia

"Who is to blame? The executive branch, the bankers, and the mass media are to blame. Usury, deceit, corruption, and thievery are flourishing in the country. That is why I call the reformers, yids.
Who are these Jews? In English they are called Jews, in French - Juif, and in Yiddish - yid.
Yid is not a nationality, yid is a profession. Balzac's Gobsek is a Juif, the Gogolian skinflint Plyuskhin is a yid. These images have become a permanent part of world literature. Whoever reads Pushkin, Dostoyevskiy, Gogol, or Shevchenko knows no other word to designate the ravager, the bloodsucker feeding on the misfortunes of other people. They drink the blood of the indigenous peoples of the state; they are destroying industry and agriculture.
They are destroying the Russian army and navy and its strategic nuclear forces. They accept the population's money to be kept in the banks and then give it away, leaving nothing for funerals, for rent, or for old age. Having taken over television, radio, and the press, they do not give a damn about the history and culture of the country that nurtured them, saved them from the furnaces and gas chambers of fascism, and took responsibility for educating them.
They grabbed whatever they could, and today they own 60 percent of Russia's capital. The concepts "Zionist" and "yid" are inseparable. The intelligentsia say "Zionist" but the people use Pushkin's word: yid. The concepts of Zionism and fascism are inseparable, and when they scare people with Russian fascism, it is the same as when a thief shouts: "Stop that thief!"
In all the synagogues, the heders and yeshivas, the Center for the Study of Judaism, the Jewish University imeni Maymonid, in the teachings of the rabbis and the Jewish teachings they read the Torah and the Talmud and speak about the superiority of "God's chosen" Jewish people over all the others, including Russian. And nobody from the Ministry of Justice threatens them.

(...)

It is a good thing that during that time of friendship with Germany they
(os respectivos progenitores) did not call me Adolph. (N.R. Se soubessem o que sabem hoje...)

(...)

When I see what the cosmopolitans are doing with my Motherland - Russia (the Soviet Union) - it makes my blood boil! The little devils "got me" with their threats in connection with the events of October 1993. I said that even after I died I would take at least a dozen yids with me to the great beyond. An eye for an eye!
We have figured out who is to blame. Now, what shall we do about it?"

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Na festa do avante (6)



















O Partido Comunista da Federação Russa é um partido de causas. Prova disso é este texto, fruto de uma discussão no comité central, que alerta o povo para a erosão da consciência nacional, da cultura russa e até para um genocídio étnico de que está a ser vítima. Tudo isto premeditado com minúcia por "democratas", de forma a assegurar o controlo dos recursos energéticos do país.
Mas não se pense que este chauvinismo barato põe em causa a dialéctica da luta de classes: "80% of property in Russia belong to eight ethnic clans. Moreover there is no Russian among them.", realça o partido no dito texto.
Para além do problema da acumulação de riqueza, consequência directa das contradições do capitalismo, acresce apenas que a riqueza não encontra a etnia correcta onde se acumular.

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quarta-feira, 5 de setembro de 2007

Na festa do avante (5)

"The palpable influence of the Jewish Diaspora on the outlook, culture and ideology of the western world is growing not daily, but literally by the hour. The Jewish Diaspora, which traditionally controlled the financial life of Europe, has become - through the development of its own market - the owner of the controlling stocks of all economic systems of Western civilization. The goals of “chosen-ness,” a predestination for world leadership and exclusivity, are so much a part of the religious dogma of the Jews that they have begun to exert a profound influence over the Western consciousness. Their messianic arrogance is sending its roots ever deeper and showing itself in ever more powerful forms. (...) Slav civilization represented by the Russian Empire that became the last opponent of Western hegemonism" G. A. Zyuganov

Os protocolos dos sábios de Sião reescritos por Zyuganov, no seu livro "Veriu V Rossiiu" (I believe in Russia).

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Na festa do avante (4)

"a ser verdade tal situação, é grave. Mas repare que não foi o PCFR - tanto a sua direcção ou um Congresso deste partido - que decidiu (supostamente) subscrever tal documento para banir as organizações judaicas mas um grupo muito reduzido de cinco deputados. E isso faz muita diferença." João Valente Aguiar

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Na festa do avante (3)

No dia do 60º aniversário da libertação do campo de Auschwitz, chegou à Duma uma petição enviada ao Procurador Geral, que propunha a ilegalização de todas as organizações judaicas. Esta petição foi assinada por 14 deputados do Rodina e 5 do PCFR. Foram eles: Nikolay Yezersky, Vladimir Kashin, Nikolay Kondratenko, Albert Makashov (o tal que ajudou a publicitar o livro do David Duke) e Sergey Sobko.
O texto foi também publicado no Rusí Pravoslavnaya, que mais não é do que um suplemento religioso do Sovyetskaya Rossiya (Rússia Soviética), um jornal sob o controlo do PCFR. Podem lê-lo aqui na íntegra.
Apesar do apelo da juventude comunista para expulsar do partido os subscritores, Zyuganov nada fez. E agora parece que vai dançar para o avante.

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terça-feira, 4 de setembro de 2007

Na festa do avante (2)

Pedi a António Vilarigues, um comentário sobre a presença do Partido Comunista da Federação Russa na festa do avante. Eis um excerto da resposta: "Falei da Colômbia porque é uma situação que acompanho desde 1969 (quando li "Opções da Revolução da América Latina").
A situação na Rússia, e nomeadamente a actividade do PCFR, é algo em que estou quase a zero desde 1991. (...) O máximo que lhe posso prometer, sendo honesto comigo próprio e consigo, é que me vou informar."


Cá espero, pacientemente, uma tomada de posição sobre as actividades do PCFR. Até lá, e para facilitar a sua recolha de informação, irei postar um pouco mais sobre este partido. Para que nada fique por esclarecer.

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